segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Potez 25 A2


 


 
atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Construídos em França pela Société des Aéroplanes H. Potez, foi recebido pela Aeronáutica Militar em 1931, um primeiro lote de oito aviões preparados para missões de reconhecimento.
Mais tarde foram construídos nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico – OGMA, vinte e sete unidades, com ligeiras alterações em relação aos fornecidos inicialmente com o objetivo de serem utilizados em missões de bombardeamento.,

A utilização destas aeronaves cessou em 1943.

15 de agosto de 1935
É perdido devido à explosão prematura de uma bomba em Maceda, Espinho, o Potez da Aeronáutica Militar com a matrícula 335.
No acidente perdem a vida o capitão aviador Jorge Figueiredo e o alferes João Mateus Cruz.


In Diário de Lisboa



In Diário de Lisboa

24 de abril de 1940
O Potez com a matrícula da Aeronáutica Militar número 305, é perdido no lugar de Azinhaga, Golegã, devido a choque com a torre da Igreja da Nossa Senhora da Conceição onde se desenrolava o casamento de uma prima do piloto.
Morrem no acidente o cabo aviador Fernando Gomes e o soldado José Maria Campos.


3 de janeiro de 1941
Na Chamusca, é perdido um Potez devido a colisão com o solo, certamente motivada pela situação da passageira transportada no avião ter saído do lugar e o piloto ter tentado recolocar a passageira no local.

Perdem a vida o alferes piloto Carlos Herculano Meireles e a civil Maria Nela Oliveira de Arriaga, irmã de Kaúlza de Arriaga.


In Diário de Lisboa
 
 
 


 

Hawker Osprey


 
 
atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Oito unidades construídas pela inglesa Hawker Aircraft Ltd foram utilizadas pela Aviação Naval entre 1935 e 1941. Como curiosidade o facto de estes hidroaviões, os dois adquiridos inicialmente, terem equipado os avisos de 1ª classe, Afonso de Albuquerque e Bartolomeu Dias.

26 de junho de 1942
O Hawker Osprey III com o número 6 da aviação naval é perdido em Macau tendo-se despenhado numa zona habitacional, mais propriamente no bairro Tap Seac, provocando uma morte civil.

No desastre perderam a vida o 2º tenente aviador Rodrigo Henriques Silveirinha e o 1º sargento mecânico Joaquim Macedo Girão.
  




 

Noratlas






 
atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Avião intensamente utilizado no teatro de operações africano, nomeadamente em missões de transporte, equipou a Força Aérea, entre 1960 e 1976. Foram utilizados pela FAP as versões: N-2501D; N-2502A; N-2502B e N-2502F, esta última construída exclusivamente para a FAP, numa altura em que o fabricante francês, a Nord Aviation, já tinha encerrada a linha de fabrico.

2 de maio de 1973
O Noratlas com a matrícula FAP 6411 e o número de fabrico F5, é perdido em Mueda, Moçambique devido a colisão contra o terreno após embate em árvore.
No grave acidente perdem a vida os seguintes militares:
capitão piloto aviador Alfredo António Penacho de Azevedo;
tenente piloto navegador Manuel Amador Pesquinha da Silva;
1º sargento serviço de saúde Cassiano Lopes São Bento;
1º sargento MMA José Armando Santa Rita Varandas;
Furriel miliciano de transmissões Augusto Arede Correia Costa;
1º cabo MMA Alberto Manuel Lopes Santiago;
1º cabo RT Daniel Pereira Dias;
1º Sargento MELEC Francisco da Cruz Botelho;
1º cabo MELEC António José Ramos Valente.
 


In Diário de Lisboa

Apresentamos um conjunto de fotos do acidente cujo autor se encontra identificado nas mesmas e que reproduzimos, com a devida vénia,  do blogue. http://ultramar.terraweb.biz/index.htm















 26 de setembro de 1975
Devido a uma provável falha mecânica, relacionada com um dos motores, despenha-se em Tancos o Noratlas com a matrícula FAP 6422 e o número de fabrico D050.
Perdem a vida no acidente:
major piloto aviador Adalberto Gastão Grilo de Sousa Dias;

capitão piloto navegador Fernando Eiró Gomes;

1º. sargento piloto Nuno José Vilela Freire Horta;
sargento ajudante piloto Manuel Lourenço Barbosa Caridade;

1º sargento MMA Augusto Braz Marques;
1º. cabo MMA Gabriel da Conceição Lopes;
1º. cabo António Manual Paiva Catralo;
soldado José António Barroqueiro.







In Diário de Lisboa


In Diário de Lisboa


Nieuport


 
 


 
atualizado em 28 de fevereiro de 2026

É conhecida a utilização pela Aeronáutica Militar, entre 1917 e 1920 (data por confirmar), de 18 unidades construídas pela francesa Société Anonyme des Etablissementes Nieuport.

Foram operadas as versões Ni 20 E1 em número de 8, Ni 80 E2 com 3 unidades e a Ni 83 E2 com 7 aparelhos.

10 de abril de 1921

Um Nieuport tripulado pelo tenente coronel aviador Castilho Nobre, despenha-se por falha do motor, em Regueira das Pontes, Leiria, falecendo o piloto.




in Revista Ilustração Portuguesa 

24 de outubro de 1921

O Nieuport  da Aeronáutica Militar com o número 8, despenha-se em Tancos, falecendo o capitão aviador Luís de Sousa Gonzaga.
  
In Jornal A Capital


in Jornal A Capital



 




Fokker T.III W


 

 

 
atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Construídos na Holanda pela Fokker, estes hidroaviões monoplanos e monomotores, foram encomendados em número de 5 pela Aviação Naval.  Prestaram serviço entre 1924 e 1933.

15 de novembro de 1924

É perdido no Mar do Norte, na costa francesa, provavelmente junto a Brest, o hidroavião com o número de fabrico 4146, destinado à Aviação Naval.
Neste desastre morre o capitão de Fragata aviador Artur de Sacadura Freire Cabral e o 1º. artilheiro mecânico José Pinto Correia.  Com este acidente desaparece um dos aviadores mais ilustres do primeiro quartel do século XX.

Reproduzem-se diversas notícias publicadas, entre os dias 16 e 22 de novembro, no Jornal A Capital, que dão conta das incertezas sobre o ocorrido.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 


 
 

 

Fournier RF-10


 

 

atualizado em 28 de fevereiro de 2028

4 Moto-planadores foram adquiridos pela Força Aérea Portuguesa em 1985, à empresa francesa Avions René Fournier, tendo sido utilizados até 1994 na instrução básica.

29 de março de 1985

O Fournier RF 10, com a matrícula FAP 1204, e número de fabricante 13, despenha-se contra o solo, após ter entrado em perda, na Base Aérea de Tancos.
No grave acidente perdem a vida o tenente coronel Piloto aviador João César França Brogueira e o tenente coronel piloto aviador Hermínio Almeida Oliveira.



In Diário de Lisboa





 

Fleet 10G


 

 
atualizado em 21 de outubro de 2019

Construídos inicialmente nos Estados Unidos e depois no Canadá, pela Consolidated Aircraft, dotaram a Aviação Naval Portuguesa num número total de 31 unidades entre 1933 e 1952.

Equipados com rodas e flutuadores, de acordo com a versão utilizada, foram utilizados nos Centros Navais de Lisboa, Aveiro e Ponta Delgada.

20 de novembro de 1935
Um Fleet da Aviação Naval, capota durante a amaragem na Torreira em Aveiro.

No infausto acidente morre o 2º tenente aviador Alberto Henriques Ferreira Bastos.




in Diário de Lisboa

20 de março de 1942

Cai no Rio Tejo, em Lisboa, um Fleet 10G da Aviação Naval.

Morre no acidente o 2º  tenente aviador Francisco M. Lemos Lobato de Faria.




In Diário de Notícias


 

Felixstowe F-5


 




Felixstowe F-5



atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Este hidroavião, desenhado pelo Tenente John Cyril Porte e fabricado em Felixstowe, Grã-Bretanha, não foi utilizado pela Aviação Naval Portuguesa.


29 de abril de 1920
O acidente ocorreu em Inglaterra, onde se encontrava em formação o Guarda Marinha.
O hidroavião sinistrado, identificado como F.5 N4044 do 230 Esquadrão, caiu no Mar em frente a Felixstowe, tendo perdido a vida, para além do guarda marinha, Guilherme Abreu Fonseca, três dos seis tripulantes. Os restantes dois sobreviveram.

Para a história fica a identificação da restante tripulação:
 
Squadron Leader Edwin Roland Moon DSO (33 anos) morto
Flying Officer Albert John Fyfield (24 anos) morto
AC.2 Gerald Tipping Bass (19 anos) morto
Flt Lt Charles Oscar Modin, ferido
Flying Officer Louis Henry Pakenham-Walsh, ferido





 

Parte da hélice do hidroavião sinistrado colocada no túmulo do piloto inglês Edwin Moon


Dragon DH-84 - De Havilland


 
 
 
atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Foram três as aeronaves, fabricadas pela De Havilland, que prestaram serviço entre 1937 e 1953 primeiro na Aeronáutica Militar e posteriormente na Força Aérea Portuguesa.

6 de julho de 1946

O D.H. 84 Dragon com a matrícula 505 da Aeronáutica Militar e o número de fabrico 6113, colide com o solo em Constância perto de Abrantes.
Na colisão morrem o 1º sargento piloto Ricardo Vitorino Silva e o 2º sargento piloto António Luís Miranda da Cunha.



In Diário de Lisboa
 

 

Boeing SB-17G Flying Fortress

  Boeing SB-17G Flying Fortress Fabricados pela Boeing, a Aeronáutica Militar e posteriormente a Força Aérea Portuguesa, dispuseram de 5 aer...