quarta-feira, 15 de junho de 2016

TA - 7P - Corsair II





TA-7P 5548

 
atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Versão de treino do A-7P, recebidos em número de 6, foram utilizados fundamentalmente para treino das tripulações.
 
 13 de maio de 1994

O Avião TA-7P, 5548 com o número do construtor A-158 e o registo USNavy 153249, tripulado pelo major piloto aviador António José Ramos Leitão e pelo 1º sargento MMA Fernando Soares Nunes, colidiu contra o terreno em Las Rosas, Girona, Espanha, tendo falecido os dois ocupantes.
 
A aeronave estava incluída em exercícios militares da NATO, em companhia de Tornados ingleses e F-18 espanhóis.


 





 

A-7P Corsair II





A-7P Corsair II

atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Construídos na norte-americana Lingo Temco Vought Aerospace Corp., os A-7P Corsair II, chegaram a Portugal em 1981 destinados a operar como avião de apoio a ataque ao solo e em ambiente naval. As 50 unidades recebidas, algumas delas na versão de treino, possuíam muitas limitações no papel de interdição aérea, objetivo então essencial dado o fim de linha dos F-86 Sabre que, até aí, desempenhavam essa missão.
No entanto outros interesses empurraram para esta solução, a qual não deixou de constituir, mesmo assim, um grande desafio pela tecnologia que possuía e pela missão de ataque a alvos marítimos e terrestres que lhe foi destinada.

Esta plataforma que se manteve operacional até 1999 esteve na origem de muitos acidentes, alguns deles mortais, o que lhe trouxe uma má fama, nomeadamente nos meios jornalísticos.


07 de fevereiro de 1985

O avião A-7P, com a matrícula 5518 e o número de fabricante A-146, pilotado pelo tenente coronel piloto aviador Graça e Melo, despenhou-se no Mar em frente a Vieira de Leiria, por causas não apuradas, embora apontem para falha de consciência do piloto. O corpo e o aparelho nunca foram recuperados.





in Diário de Lisboa
 
  
5518 nas cores originais da U.S. Navy e a matrícula 153237 
 
 26 de maio de 1986

O A-7P, com a matrícula 5535 e o número de fabricante A-149, pilotado pelo major  piloto aviador Armando Manuel Teixeira Marques entrou em colisão com o A-7P 5543, perto de Pocariça, Maceira, tendo falecido o piloto.

No acidente faleceu ainda uma habitante local atingida diretamente pelos destroços de um dos aviões.   O piloto ejetado neste acidente, capitão piloto aviador Fernando Marques Ferreira,  veio a falecer mais tarde no acidente ocorrido no dia 27 de março de 1987 com o A-7P 5541.




in Diário de Lisboa


 

5535 com as cores originais da U.S. Navy e com a matrícula 153240

27 de março de 1987

O A-7P, 5541, número de fabricante A-188, e a matrícula original USNavy 154349, pilotado pelo capitão piloto aviador Fernando Marques Ferreira, colidiu com uma elevação do terreno em Leiranço, Boticas, Chaves, tendo falecido o piloto.




in Diário de Lisboa

04 de dezembro de 1989


O avião A-7P, 5510, número de fabricante A-061 e matrícula original USNavy 153152, pilotado pelo tenente coronel piloto aviador Joaquim Augusto dos Santos Soares, despenhou-se contra o terreno perto de Vila Viçosa, falecendo o piloto.

No acidente ficaram ainda ligeiramente feridos três trabalhadores rurais que se encontravam próximos do local do embate.




in Diário de Lisboa
 
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/despenhamento-de-um-aviao-militar-portugues/


29 de abril de 1992

O A-7P 5523, número de fabricante A-068 e com a matrícula inicial da USNavy 153159, pilotado pelo capitão piloto aviador António José Henrique dos Santos, despenhou-se contra o terreno, cerca da Base Aérea 6 - Montijo, falecendo o piloto.

O avião terá sofrido um "bird strike", tendo o piloto tentado chegar à pista, evitando assim cair sobre a zona habitacional. Infelizmente acabou por se despenhar a  poucas centenas de metros do início da pista tendo falhado o sistema de ejeção.

 
A 7P 5523

 
https://arquivos.rtp.pt/conteudos/acidente-aereo-2/
 

terça-feira, 10 de maio de 2016

Georges-Levy G.L. 40







Perfil do GL.40



atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Construídos pelos franceses George-Lévy, a Aviação Naval Portuguesa recebeu duas unidades que foram utilizadas entre 1918 e 1920.


11 de março de 1920

O hidroavião fez uma amaragem de emergência na costa portuguesa, tendo feito um pedido de socorro através de um pombo correio apanhado na região de Montemor o Velho numa altura de greve dos correios. Desapareceram sem mais serem encontrados o 2º tenente Alberto Augusto Xavier, o 1º fogueiro Manuel Dias e o 1º artilheiro José Laranjinha.

 

in Jornal A Capital

 

Tellier T.3



 



atualizado em 28 de fevereiro de 2026

A Aviação Naval recebeu em 1918 cinco hidroaviões construídos em França por   Alphonse Tellier. 
Embora existam dúvidas sobre a designação destes aparelhos, seria mais correto a designação por Tellier 200, não obstante, é como T-3 que surgem em algumas publicações nacionais.
A frota foi alvo de abate em 1928.

23 de agosto de 1918

O Tellier T.3 - O Hidroavião com a matrícula nº 5 caiu no mar junto a Cascais, vitimando o 2º tenente Eduardo Francisco de Azevedo e Vasconcelos e o 1º grumete Joaquim Augusto de Passos Ferreira.

Embora existissem suspeitas de ter sido abatido por meios navais alemães, tudo aponta para ter sido uma explosão no motor.
 


in Jornal A Capital

 

Spad S7



Perfil do SPAD S7



atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Avião utilizado na primeira guerra mundial, foi utilizado na Aeronáutica Militar entre 1919 e 1922. Foram recebidas 22 aeronaves. O único acidente militar envolvendo um piloto militar português, ocorreu em França em 1917 quando tripulava um aparelho francês.
20 de novembro de 1917
 
O SPAD S7, com a matrícula S7C1 4268, foi derrubado em combate aéreo por um avião alemão, em França na região de Chemin des Dames, no decurso da primeira guerra mundial, tendo falecido o capitão Óscar Monteiro Torres,       após ter abatido dois aviões alemães.
 
Recolhido pelas forças inimigas veio a falecer no dia seguinte em virtude dos graves ferimentos que sofreu.
 
 
 
 
 
 
 

  
 






Farman F-40


atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Fabricados pela francesa Sociéte Maurice Farman Henri, foram utilizados pela Aeronáutica Militar entre 1916 e 1920.

Das cinco aeronaves recebidas, três foram enviadas para Mocímboa da Praia, Moçambique, constituído assim as primeiras aeronaves militares portuguesas em território africano.
 
08 de setembro de 1917

O Farman F-40 - Matrícula F-3, recém chegado a Moçambique, foi destruído em colisão contra o terreno em Mocímboa da Praia com a morte do alferes Jorge Gorgulho. É historicamente referido como a primeira vitima mortal na história da aviação militar em Portugal.





Farman F-40

07 de dezembro de 1917

O Farman F-40 tripulado pelos tenente António Caseiro e tenente coronel Martins Lima é atingido por disparos de armas ligeiras em Lisboa, na zona do parque Eduardo II, tendo caído perto do Areeiro.

Na queda faleceu o Tenente Coronel Martins Lima, o piloto Tenente António Caseiro ficou ferido com gravidade, tendo acabado por falecer no dia 13 de dezembro no hospital da Marinha em Lisboa.




Jornal A Capital 


Jornal A Capital 





Boeing SB-17G Flying Fortress

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