quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Gloster Gladiator




Gloster Gladiator - Aeronáutica Militar Portuguesa

atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Fabricado pela Gloster Aircraft Co. Ltd., sedeada na Grã-Bretanha, foram recebidos pela Aeronáutica Militar 30 aviões que prestaram serviço entre 1938 e 1953.

Alguns destes aviões foram enviados em 1941 para os Açores, onde permaneceram até 1946. Embora adquiridos com funções de caça, o seu limite em velocidade e teto de serviço impedia que fosse indicado para essa missão. São conhecidas as situações em que aeronaves nazis sobrevoaram o território insular sem poderem ser intercetadas.


10 de outubro de 1941

Despenha-se em Rabo de Peixe - Ribeira Grande - São Miguel - Açores, o Gladiator com a matrícula da Aeronáutica Militar 480, morrendo o 2º sargento piloto Álvaro Guimarães dos Santos.


In Diário de Noticias

13 de maio de 1943

O Gladiator 467, pilotado pelo 2º sargento piloto Manuel Cardoso, colide com o Pico da Vara - São Miguel - Açores, falecendo o piloto.


in Diário de Noticias


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

PV-2 Harpoon




Crédito EMFA

atualizado em 07 de março de 2025

Construídos pela Lockheed Aircraft Company para missões de combate naval, as 34 unidades recebidas em Portugal, a partir de finais de 1953, viram a sua utilização inicial ser modificada com o início das operações militares em África.
Essa utilização em ambiente de combate terrestre prolongou-se até 1975 e foi motivadora de alguns acidentes em combate com expressão nas baixas mortais.

25 de fevereiro de 1960
O PV-2 Harpoon, com a matrícula 4624, e registo U.S. Navy 37196, despenha-se na Serra do Trancão, Bucelas,  quando efetuava a aproximação ao aeroporto de Lisboa.

No acidente morrem o capitão piloto Afonso Tiago Canelas Barreiras e o 2º sargento Vasco Gonçalves Martins, registando-se ainda mais quatro feridos.
 

In Diário de Lisboa
08 de junho de 1961

Em Cangola, Angola, despenha-se, em missão de combate, o PV-2 Harpoon com a matrícula 4620, registo U.S. Navy 37473, morrendo toda a sua tripulação composta por:
tenente piloto aviador Carlos António Alves;
2º sargento piloto Jorge Raposo Gomes Prata;
1º cabo ORT Orlando Custódio Machado dos Santos;
furriel MMA José António Nobre Baiona;
alferes Paraquedista Luís Ramos Labescat da Silva. 
O avião somente foi encontrado no dia 3 de agosto de 1961.

In Diário de Lisboa
 05 de fevereiro de 1963
O PV-2 Harpoon com a matrícula FAP 4617 registo U.S. Navy 37233, despenha-se em Chimoio, Moçambique, devido a colisão com um poste de alta tensão, falecendo no desastre os tripulantes:
 
capitão piloto aviador Áureo Renato Viegas e Costa dos Santos Pires;
sargento ajudante piloto Eduardo Mota Naveira;
2º sargento MMA Manuel Vilela Caldeira;
1º cabo RT Fernando Manuel  Berguo Faria;
1º cabo MMA Manuel Pacheco Cintra
1º cabo MMA António Palma Cavaco.
Existiram dois sobreviventes.

08 de novembro de 1963
 
Despenha-se em São Salvador, Angola, o PV-2 Harpoon com a matrícula 4612, registo U.S. Navy 37232, tendo perdido a vida os seguintes militares:

major piloto navegador António Manuel Tavares de Brito;
capitão piloto aviador Manuel Gomes de Almeida;
2º sarg. MMA Ernesto Ferreira Touginha;
1º cabo RT Manuel Reis;
capitão de cavalaria Fernando Trindade Rei;
furriel Rodrigo Teixeira da Cunha;
furriel José António Baioa Vaz
furriel José António Marques Pereira 
1º cabo António da Costa Lopes Cardoso.

Crédito EMFA



 
 

Avro Anson






atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Avião bimotor produzido pela A.V. Roe & Co. Ltd, fábrica da Grã-Bretanha, foram utilizados, para transporte e treino de tripulações, entre 1947 e 1956, inicialmente pela Aeronáutica Militar e posteriormente pela Força Aérea.
Foram recebidas no total 10 aeronaves.

06 de julho de 1954

O Avro Anson com a matrícula FAP 2219, e o número 1370 do fabricante, despenha-se no mar, em frente à praia da Nazaré, falecendo no acidente toda a sua tripulação composta pelo aspirante piloto Raul Brito Figueiroa Lourenço, furriel piloto Octávio de Jesus Silva e os alunos José António Conceição Matias, José Lourenço Cabrita Alves e Basílio Figueiredo Cardoso.


In Diário de Lisboa

  
 
 

 
 

Beechcraft D-18S






Crédito EMFA - avião sinistrado


atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Produzidos pela norte-americana Beech Aircraft, foram entregues inicialmente à Aviação Naval. Mais tarde foram recebidas novas unidades cedidas pelo Canadá. Embora surjam em diversas locais referências a estas unidades terem sido produzidas por Fábricas Canadianas nenhuma comprovação existe dessa possibilidade.

Utilizados entre 1948 e 1976, na Aviação Naval e na Força Aérea, para transporte e ligação, dispôs-se de um total de 25 unidades, com predominância no modelo C-45 Expeditor.

01 de junho de 1959

O Beechcraft D-18S com a matrícula 2507 e o registo USAAF 44-87067, cai no Tejo entre o Montijo e a Ilha do Rato, quando fazia a manobra de aproximação à pista, falecendo no acidente o capitão piloto aviador João Fernandes, o aspirante engenheiro aeronáutico Francisco Artur Lopes da Conceição e os primeiros cabos mecânicos António Moreira e Luís Cândido Mendes.




In Diário de Lisboa



Crédito EMFA - avião sinistrado


 
22 de julho 1965

Devido a avaria mecânica na descolagem, cai no Lumiar em Lisboa, o Beechcraft D-18S, com a matrícula 2512.

Perdem a vida o major piloto aviador José Luís da Silva Fernandes e o major piloto aviador Joaquim das Neves Oliveira.


In Diário de Lisboa





segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Hurricane II





atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Utilizados entre 1943 e 1954, primeiro pela Aeronáutica Militar e depois pela Força Aérea Portuguesa, os cerca de 150 Hurricanes recebidos desempenharam com eficácia as missões que no período crítico da segunda grande guerra mundial lhe foram atribuídas.

A enorme quantidade disponibilizada e algum "aventureirismo" de alguns dos piloto contribuiu para o elevado número de acidentes e respetivas perdas humanas.


02 de maio de 1944

O Hurricane MK II com a matrícula da Aeronáutica Militar número 563, despenha-se na serra de Carnaxide, provavelmente por intoxicação com os gases do escape. No acidente faleceu o 1º sargento piloto Jaime Pinto Bastos.



in Diário de Noticias
 
23 de novembro de 1944

Despenha-se no Rio Tejo, entre Alhandra e Alverca, o Hurricane MK II com a matrícula da Aeronáutica Militar número 578, morrendo o piloto, o 1º sargento José Teixeira.



in Diário de Noticias

20 de março de 1945

O Hurricane MK II da Aeronáutica Militar, AM 578,  tripulado pelo 1º cabo piloto Virgínio Lopes Rodrigues, despenha-se no lugar de Sesmarias, Sertã, falecendo o piloto.



in Diário de Noticias


24 de abril de 1945

Um Hurricane MK II  tripulado pelo 1º sargento Piloto Alfredo Gomes Amorim despenha-se perto da Golegã, devido a colisão contra arvoredo, morrendo o piloto.



In Diário de Lisboa

27 de junho de 1945

Perto do Linhó, Sintra, despenha-se o Hurricane MK II com a matrícula da Aeronáutica Militar número 550, VX+K, e a matrícula inglesa LB-930, morrendo o 1º sargento piloto António Reis Araújo.



In Diário de Lisboa
 
01 de abril de 1949

O Hurricane MK II com a matrícula 541, VX+B, da Aeronáutica Militar, a que corresponde a matrícula inglesa LD-302, cai junto a Ovar, falecendo o piloto cabo Júlio Domingos Margarido.



In Diário de Lisboa

16 de fevereiro de 1950

O Hurricane MK II com a matrícula Aeronáutica Militar,560, RV+F, e matrícula inglesa BW-963, despenha-se em Espinho, morrendo o piloto alferes Alcides Henriques Caravana.



In Diário de Noticias


10 de março de 1950

É perdido em Monte Real, Leiria, o Hurricane MK II, com a matrícula 545, VX+F, da Aeronáutica Militar, falecendo o piloto capitão Feliciano Gomes da Cunha.


In Diário de Noticias
 
14 de abril de 1950

Despenha-se o Hurricane MK II com a matrícula 568, RV+N, da Aeronáutica Militar, com a matrícula inglesa JS-378, perto de São Martinho da Gândara - Oliveira de Azeméis, falecendo o piloto 1º cabo Fernando Augusto Vaz.

Este aviador estava a sobrevoar a casa da noiva.



In Diário de Lisboa

29 de julho de 1950

O Hurricane MK II com a matricula da Aeronáutica Militar nº 559, MP+R, com a matrícula inglesa BW-962, cai no mar junto à praia de Mira, falecendo o piloto aspirante Virgílio Quadros Martins.



In Diário de Lisboa


In Diário de Lisboa
 
18 de setembro de 1950

Despenha-se num pântano em São Salvador da Torre - Viana do Castelo, o Hurricane MK II com a matrícula 543, VX+D, da Aeronáutica Militar, morrendo o seu piloto 1º cabo Evaristo Máximo Felgueiras.


In Diário de Lisboa

29 de outubro de 1951

Morre devido a uma colisão aérea, com outro avião pilotado pelo Tenente Rangel de Lima, sobre o rio Tejo em frente ao Montijo, o 1º cabo João Joaquim dos Reis que tripulava o Hurricane MK II com a matrícula 529 da Aeronáutica Militar.



In Diário de Lisboa
 


In Diário de Lisboa
 
05 de fevereiro de 1952

O Hurricane MK II com a matrícula da Aeronáutica Militar 566 e JS-367 britânica, despenha-se na Moita, devido a colisão com o arvoredo, falecendo o piloto  1º cabo piloto Júlio das Neves.



In Diário de Lisboa
 
17 de fevereiro de 1954

Colide com o solo, em Rio de Mouro, Sintra, o Hurricane com a matricula da Aeronáutica Militar 575, perdendo a vida o alferes piloto aviador Carlos Alberto Resende Costa.


In Diário de Lisboa

27 de maio de 1954

Colide com o solo, na Base Aérea 2 Ota, na aterragem, o Hurricane 547. Perde a vida o aspirante piloto Fernando Jorge da Silva Mendes.  

 
In Diário de Lisboa

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

T-33A T-Bird

T-33A - 1924

atualizado em 28 de fevereiro de 2026

A Força Aérea Portuguesa, recebeu entre 1953 e 1990 um total de 35 unidades, trinta delas de origem norte americana fabricadas pela Lockheed Aircraft Corp., e as restantes de origem canadiana fabricadas na Canadair Ltd.

A sua intensa utilização em treino operacional traduziu-se numa elevada percentagem de acidentes, alguns deles com vítimas mortais.


07 de outubro de 1957

É perdido em Winnipeg, Canadá, um CT-133 Silver Star com o registo 21466, versão canadiana do T-33, tendo falecido no acidente o alferes piloto aviador Norberto Silva Quintas, que ali se encontrava em formação, morrendo igualmente o formador canadiano Donald van Dune Nicholson.

16 de agosto de 1960

O T-33A-1-LO com a matrícula 1906 e registo USAF 51-17520, despenha-se contra a serra de Alvaiázere no decurso de voo noturno, falecendo o alferes piloto António José Nabais Conde e o 1º cabo aluno António Amaral Ferreira Afonso.



In Diário de Lisboa

01 de março de 1962

Despenha-se na Base Aérea da OTA na aterragem,  o T-33A-1-LO com a matrícula 1902 e o registo USAF 51-8928, falecendo no acidente o alferes piloto Albano de Lemos Pires e o aspirante piloto Hugo José Alvarez Munoz Cardoso.


In Diário de Lisboa

05 de junho de 1962

Por colisão com o solo, após descolagem mal sucedida, é perdido na Base Aérea da OTA, o T-33A com a matrícula 1908 e registo USAF 55-3048, perdendo a vida o piloto aspirante Satchidananda C. Xete Goundolcar


In Diário de Lisboa
06 de agosto de 1965

É perdido na fase de aterragem, na zona do Casal dos Claros, perto de Base Aérea 5, o T-33 com a matrícula FAP 1917  e o registo USAF 58-8885.

Morre no acidente o tenente piloto aviador Eduardo Prazeres Rodrigues Júlio.



In Diário de Lisboa
 
02 de agosto de 1967

O T-33A com a matrícula 1910 e o registo USAF 55-3084 é perdido na Base Aérea da OTA, falecendo no acidente o alferes piloto Nuno Araújo Barbeitos após ejeção mal sucedida.



In diário de Lisboa

03 de julho de 1968

É perdido na Base Aérea da OTA o T-33A com a matrícula 1913 e o registo USAF 55-3087, morrendo o alferes piloto José António Lemos Paula não obstante se ter ejetado. Sobreviveu o outro piloto.


In Diário de Lisboa

05 de janeiro de 1979

Por acidente na fase de descolagem, após manobra acrobática, na Base Aérea de Monte Real, é perdido o T-33A com a matrícula 1923, registo USAF 57-540, tendo falecido na ocorrência o capitão piloto aviador Vítor Manuel Fernandes Castro Gil e o capitão piloto aviador José Manuel dos Santos Costa.


In Diário de  Lisboa


 

Boeing SB-17G Flying Fortress

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