terça-feira, 11 de abril de 2017

Chipmunk DHC 1 - De Havilland

 
  
 

Chipmunk 1335 (remotorizado) FAP - Crédito EMFA
 

atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Inicialmente foram adquiridos 10 aviões à inglesa De Havilland, que iniciaram a sua atividade em 1951 na Aeronáutica Militar. Posteriormente, já após a criação da FAP, são encomendadas mais 66 unidades às Oficinas Gerais de Material Aeronáutico – OGMA, os quais foram entregues até 1960.
Não obstante terem sido desativados em 1989, houve posteriormente o reaproveitamento de seis unidades, que sofreram a substituição dos motores, após a qual foram entregues à Academia da Força Aérea que ainda os utiliza nos dias de hoje

18 de abril de 1961

O Chipmunk com a matrícula FAP 1347 e número de construtor OGMA37, é perdido em Cortegaça- Aveiro, após ter entrado em perda, falecendo o aluno piloto Hélio Reis.


In Diário de Lisboa
 
 03 de fevereiro de 1962
 
É perdido em São Jacinto, Aveiro, devido a colisão com o solo, o Chipmunk 1341 a que corresponde a referência do fabricante OGMA31.

Perdem a vida o aluno piloto Manuel Ferreira Jerónimo e o 1º cabo piloto Manuel da Cunha Antunes.



In Diário de Lisboa

29 de setembro de 1962

Devido a colisão com arvoredo em Cernache, Coimbra, o Chipmunk 1301, com o número de fabricante C1-0261, é perdido.

Morre no desastre o alferes piloto aviador Jorge Dias da Silva Lachaud.



In Diário de Lisboa


31 de outubro de 1962
 
Cai em Casal do Choupo - Pontinha , o Chipmunk 1352, número de fabrico OGMA42, morrendo no acidente, ocasionado por eventual suicídio, o capitão piiloto José Vicente Rolo Duarte.



In Diário de Lisboa

10 de julho de 1963

Devido a colisão com o arvoredo é perdido em Esmoriz, Aveiro,  o Chipmunk 1374 da FAP e número de fabrico OGMA 64.

Perdem a vida o 1º cabo piloto Jorge José Lopes Silva Santos e o 1º Ccbo aluno Pedro Joaquim dos Santos Lucena.



In Diário de Lisboa

13 de dezembro de 1963

Colide com o solo, em Loures, em condições de mau tempo, o Chipmunk 1344, OGMA344, tendo perdido a vida o alferes piloto aviador Eduardo António de Bastos Afonso Salavisa.

Ficou ferido o outro tripulante.



In Diário de Lisboa

2 de abril de 1964

É perdido em Maceda, Espinho, o Chipmunk 1329, número de fabricante OGMA19, devido a manobra de acrobacia a baixa altitude.

Perde a vida o furriel miliciano piloto João de Almeida.



In Diário de Lisboa


3 de julho de 1964

Devido a colisão no ar com um T-6 1645 da FAP, é perdido em São Jacinto, Aveiro o Chipmunk 1361, número de fabricante OGMA51.

Morre o major piloto aviador Ernesto Correia Moutela.


In Diário de Noticias


18 de novembro de 1964

Por colisão com cabos de alta tensão, é perdido o Chipmunk 1310, número de fabricante C1-0365.

Neste acidente, ocorrido em Aveiras de Cima, perdem a vida o alferes piloto aviador Sérgio Gajeiro de Carvalho e o aluno piloto Carlos Manuel Pereira Calvão.



In Diário de Lisboa

 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

B-24D Liberator



B-24 D - Crédito Blogue Área Militar - coleção Adelino Cardoso


atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Avião produzido em larga escala nos Estados Unidos da América, inicialmente pelos seus criadores a Consolidated Aircraft Corp., depois por outras fábricas mobilizadas para o esforço de guerra aliado, a sua utilização pela Aeronáutica Militar entre 1944 e 1945, resultou de aviões que aterraram de emergência no território português.

As seis unidades internadas foram utilizadas, em exclusivo, em voos de transporte de pessoas e materiais, abandonando-se assim a sua utilização como bombardeiro de longo alcance. 

26 de julho de 1944

O avião Consolidated B-24D com a matrícula da aeronáutica militar L-2 e com o número de registo da USAAF 42-40783, despenhou-se em Lisboa, na então e hoje denominada Quinta das Conchas ao Lumiar, por avaria de um dos seus quatro motores ou eventual pane seca. No acidente faleceram sete militares e um civil, tendo ficado ainda feridos mais seis militares.

Falecidos no acidente: capitão piloto aviador Ernesto Armindo Felgueiras e Sousa; tenente piloto aviador Carlos Alberto Martins; 1ª sargento piloto António Joaquim Rosado Baleizão; 1º cabo RT Luiz Telmo Martins Amorim; 1º cabo mecânico António dos Santos; soldados José Ferreira da Costa e Ricardo Castro Santos; civil José Joaquim Lopes Oliveira.
Ficaram feridos: 2º sargento Joaquim Ribeiro; furriel piloto Gaspar Leite de Castro; tenente Teobaldo Mestre, sargentos António Mendonça Pinto e José Joaquim Lopes de Oliveira



In Diário de Noticias
 
 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Avro 626

Avro 626 - crédito blogue Ex-OGMA


atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Equiparam a Aeronáutica Militar e a Aviação Naval num total de 43 unidades, 12 deles com flutuadores.
 
Estes aviões foram produzidos inicialmente pela A.V. Roe & Co. Ltd, tendo posteriormente, uma parte deles, sido produzidos nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico – OGMA, e  utilizados entre 1936 e 1952.

09 de agosto de 1938

O Avro 626 com a matrícula da Aeronáutica Militar 161 é atingido no solo, na pista da Granja do Marquês em Sintra, por um avião que se despenhou, falecendo o 1º cabo Raul Alfredo Matos Fernandes.



In Diário de Lisboa
 
25 de maio de 1939

Depois de uma colisão com cabos elétricos de alta tensão despenha-se, na Quinta das Barrocas em Sacavém, um Avro 626, falecendo o piloto Alferes Horácio da Silva Gonçalves e o soldado António Augusto Queijo.

In Diário de Lisboa

20 de julho de 1941

O Avro 626 com a matrícula da Aeronáutica Militar 173, despenha-se em Espinho, falecendo o piloto tenente coronel Carlos Cunha Almeida e o filho Mário Tavares Almeida.



In Diário de Noticias

21 de novembro de 1941

É perdido em Ponta Delgada - Açores, o Avro 626, com flutuadores, da Aeronáutica Naval, com a matrícula 95, falecendo o piloto 2º tenente Henrique Jorge Coelho Correia.



17 de novembro de 1942

Perde a vida na pista da Base Aérea 3, Tancos, o furriel mecânico Manuel Silva Santos, que tripulava um Avro 626, numa colisão com outro avião. Registaram-se três feridos.

In Diário de Noticias
 
28 de maio de 1943 


Colide com o solo no Entroncamento o Avro 626 com a matrícula 167 da Aeronáutica Militar, perdendo a vida o Furriel Mecânico Fernando Marques Eusébio. O Piloto sobreviveu.



In Diário de Lisboa


 14 de setembro de 1944

Despenha-se, após embate em cabos telefónicos, no Arrepiado, Tancos,  o Avro 626 com a matrícula 179, tripulado pelo 1º Cabo Piloto Cláudio Henriques Correia Gonçalves da Silva e pelo 1º Cabo Mecânico António Casimiro Ribeiro Figueiras, falecendo ambos os tripulantes.


                    in Diário de Noticias 



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Dornier Do-27

Do 27 - Crédito:  Museu do Ar - EMFA


atualizado em 19 de junho de 2026

Construídos pela Dornier AG da então República Federal da Alemanha, o Do-27 constituiu durante o período das operações militares em áfrica um dos “cavalos de batalha” da Força Aérea Portuguesa, nas diversas utilizações para que foi chamado a intervir.

Entre 1961 e 1979, foram utilizados 146 aviões, a grande maioria fornecidos em diversos momentos pela Força Aérea Alemã – Luftwaffe, em resposta aos pedidos das autoridades políticas e militares portuguesas.

A enorme quantidade de aviões utilizados operacionalmente e as condições extremas em que operaram, traduziu-se num número elevado de perdas por acidente ou em combate, com as inevitáveis consequências humanas.

24 de fevereiro de 1964

O Do-27-A1 com a matrícula FAP 3444 e o registo 139 do fabricante, é atingido por tiros e cai na região de Catió, Guiné, falecendo o piloto furriel Frederico Manuel Machado Vidal.

16 de maio de 1964

É perdido em Marrupa, Moçambique, numa aterragem noturna o Do-27-A1 com a matrícula 3449 e número de fabricante 237, falecendo o piloto tenente Fernando Simões da Fonseca Pinho, o furriel piloto Artur Manuel Abreu Faria Abreu Faria e o 2º sargento do Exército Celestino Dias Gonçalves.

28 de maio de 1964

Cai no Negage em Angola o Do-27-K2 com a matrícula 3433 e o número de fabricante 2127, tendo o seu piloto furriel José Alberto da Fonseca Pereira Simões, aprisionado pela FNLA, falecido mais tarde por doença.

29 de maio de 1965

O Do-27-K2 com a matrícula FAP 3431, é perdido em Luanda, Angola, após colisão com a água devido a ter entrado em perda, morrendo o piloto tenente Aníbal Nunes de Magalhães e o 2º sargento piloto Manuel Júlio Ferreira Silva.

03 de março de 1966

É perdido na região de Mueda, Moçambique, por colisão com uma árvore, o Do-27-A3 3482, número de fabricante 421,  falecendo o piloto tenente Joaquim António Braga Gonçalves. Existiram outros 4 feridos.


In Diário de Lisboa


* ver texto final
24 de março de 1966

Aterra de emergência em Ambrizete, Angola, devido a falta de combustível, o Do-27-A3 com a matrícula FAP 3465 e o número de fabricante 369.

A tripulação, composta pelo furriel piloto António Macedo Matias da Silva, o tenente piloto Manuel Fernandes Moreira, o alferes miliciano SG António Leal Faria, o 2º sargento SG Bernardino Conceição Mesquita da Silva e o civil Manuel Pedrosa, é capturada e, posteriormente, executada pelos captores.

06 de abril de 1966

Cai, devido a ter entrado em perda, em Tancos , Portugal, o Do 27-A3, com a matrícula 3461 a que corresponde o nº. 403 do fabricante.

Morrem os alferes piloto Armindo Martins Pereira  Brites e José Simão Martins Duarte.



In Diário de Lisboa

14 de novembro de 1968

Despenha-se em Cantina Dias, Moçambique, após colisão com uma árvore, o Do 27-A1 com a matrícula FAP 3496  e o número de fabricante 169, falecendo o piloto alferes Agostinho Firmino Borrego Paixão e o 1º cabo MMA João Carlos Vale da Costa.

20 de dezembro de 1968

O Do 27-K2, 3435, e número de fabricante 2129, colide com o arvoredo quando voava a baixa altitude, na Serra do Cazundo em Angola.

Perdem a vida no acidente o alferes piloto Manuel António Salgueiro Lopes, o alferes piloto Vasco Lamy Rodrigues Matias e o 1º cabo MMA António Duarte Almeida Correia.

26 de outubro de 1970

O Do 27-A1 com a matrícula 3360 e o número de construtor 250, despenha-se no Negage, Angola, após colisão com uma árvore, falecendo o piloto alferes Armando Manuel Sarmento Costa Martins Bessa.

15 de agosto de 1971

O furriel piloto Manuel Paixão Antunes da Silva e o 1º cabo MMA Domingos Garrido da Silva morrem em Tete, Moçambique em queda contra a água, do Do-27-A4 com a matrícula 3421 e o número de fabricante 2135.

Crédito Augusto Ferreira *  ver texto final

21 de agosto de 1971

Na sequência de ter entrado em perda, no início de um Festival Aeronáutico, colide com o solo em Bragança, o DO-27 com a matrícula FAP 3477, falecendo o tenente piloto Esau de Jesus Sousa Poças.


In Diário de Lisboa

23 de abril de 1972

O Do 27-A1 com a matrícula 3350 e o registo de fabricante 181, cai na região de Cabo Delgado em Moçambique, após embater contra uma ravina.
Morrem no acidente:
furriel piloto Fernando Modesto Ruas Pereira;
1º cabo Joaquim Augusto Dias F. Silva;
1º sargento José Colaço Ramos;
1º cabo MELEL Alberto Ribeiro Sequeira;
1º cabo MARME António Alberto Silva Oliveira;
1º cabo MMA Joaquim A. Pereira Dias;
1º cabo MAEQ José Eduardo Lopes Coimbra.

11 de maio de 1972

Cai em Pirada, Guiné, após ter entrado em perda, o Do 27-B1 com a matrícula 3447 e o registo de fabricante 223, morrendo o piloto furriel Carlos Filipe Noronha Ribeiro e o 1º cabo MMA José Luís Valoura.

12 de agosto de 1972

É perdido em Bafatá, Guiné, por colisão com o solo após ter entrado em perda, o Do 27-A1 com a matrícula 3492 a que corresponde o número 316 do fabricante, falecendo o piloto alferes Victor Manuel Caldeira Pinto e o 1º cabo MMA António Rui de Sousa Madeira.

29 de setembro de 1972

O Do 27-K2 com a matrícula FAP 3440, cai em Carinde, Moçambique, após colisão com uma árvore, morrendo no acidente o piloto furriel João Alfredo Teles Faria dos Santos e o 1º cabo MMA Alcides José Coelho Ferreira.

Crédito Blogue Clube de Especialistas AB4 - foto de José Sampaio

06 de abril de 1973

É perdido em Talicó - Guiné, abatido por um míssil Sam 7 "Strela", o Do 27-A1 com a matrícula FAP 3333 e o registo de fabrico 355, falecendo o piloto furriel João Manuel Baltazar da Silva, o alferes miliciano médico João Manuel Cantante Santos Silva e o 1º sargento sapador João Agostinho Gonçalves Oliveira Figueira.


In Diário de Lisboa

06 de abril de 1973

Abatido por um míssil Sam 7 "Strela", cai em Guidaje - Guiné, o Do 27-A1 3470 e o número de fabrico 320, falecendo o  furriel piloto Fernando António Carvalho Ferreira, o major Jaime Frederico Mariz Alves Martins, o 1º cabo enfermeiro Paulo Feliz Fonseca Cóias e outro tripulante, um soldado da incorporação local que se encontrava ferido.




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In Diário de Lisboa
Crédito Roel Coutinho

Crédito Roel Coutinho

Crédito Roel Coutinho

24 de julho de 1973

Cai em Bessa Monteiro, Angola, após colisão com uma árvore, o Do 27-A1 com a matrícula 3363 e o registo de fabrico 265, morrendo o piloto sargento Victor Ferreira de Campos e o 1º cabo MMA Jorge Manuel Almeida Maceira.

Crédito João Natário * ver texto final


Crédito João Natário * ver texto final 


4 de agosto de 1974

Atingido por disparos quando se encontrava a bordo de um Do-27, a partir do qual comandava militares do GEP (Grupo Especial de Paraquedistas) perdeu a vida no teatro de operações moçambicano, o major paraquedista Manuel António Casmarrinho Lopes Morais. 



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20 de agosto de 1974

Morrem em Zemba,  Angola, num desastre motivado por ter entrado em perda, com o Do-27-A1, matrícula 3353 e número de fabricante 202, o piloto furriel Manuel Joaquim Oliveira Macedo, o 1º cabo MMA Manuel Carlos Silva Evangelista.
O 2º sargento Samuel Alberto Andrade Freitas faleceu posteriormente em sequência dos ferimentos.

Crédito MGM * ver texto final

15 de dezembro de 1977

Devido a colisão com cabos de alta tensão é perdido no Rio Guadiana, junto a Serpa, um Do-27 com a matrícula FAP 3346.

Perdem a vida o 2º sargento piloto Dinis das Dores Baltazar e o furriel piloto Francisco Bernardo Martins Braizinha.

In Diário de Lisboa

01 de maio de 1981

Colide contra o terreno em Évora, o Do 27 pertencente ao Aero Clube Boinas Verdes e com a matrícula CS-AQT.
No desastre perdem a vida o tenente piloto Virgílio Faria Assunção, o 1º sargento pára-quedista Alexandre Pontes, o 1º cabo pára-quedista Manuel Abílio Russo e o civil Armando Martins Branco.



In Diário de Lisboa


* As fotos dos acidentes em África foram retiradas do Facebook de Bernardes Neves - Geração FAP Sacrificada  


** Referências bibliográficas de António Carlos Morais da Silva, Coronel de Artilharia; "Im Memoriam" novembro de 2018


terça-feira, 22 de novembro de 2016

Auster D-5/160

Crédito EMFA
atualizado em 28 de fevereiro de 2026

Fornecidos, no caso da versão construída na Grã-Bretanha, inicialmente em 1960, seguiu-se a construção em território nacional, nas Oficinas Gerais de Material Aeronáutico – OGMA, de cerca de 147 aeronaves. No total terão sido recebidos cerca de 167 unidades que foram utilizadas até 1976.

A sua utilização, em missões de transporte e evacuações sanitárias nos teatros de operações africanos, contribuiu para o número elevado de acidentes e vítimas mortais.

04 de setembro de 1963

Um avião Auster com a matrícula FAP 3546, número de fabricante OGMA43, colide a oeste de Bissau com a copa de árvores, provocando a queda do aparelho e morte dos seus tripulantes: alferes piloto aviador Eduardo Constantino Spínola de Freitas; tenente piloto aviador José Madureira Nobre e 1º sargento piloto José Pinheiro Garcia.


In Diário de Lisboa

06 de setembro de 1964

O Auster 3524, número de fabrico OGMA12, é destruído em Tabi - Angola, por colisão com o arvoredo.

Morrem no acidente o alferes piloto aviador Frederico José Gonçalves, o tenente coronel Alberto Ferreira de Freitas Costa e o capitão Carlos Alberto Moura Ferreira.


In Diário de Lisboa

08 de dezembro de 1964

Colidiu contra o terreno, após a descolagem, em Cabedu Guiné o Auster 3515, número de fabricante 3665, morrendo no acidente o 2º sargento piloto André Miranda Farinha; o tenente meteo Austrelindo Gaspar Dias e o 1º Cabo meteo Humberto Manuel Olguim Silva Matos.

25 de fevereiro de 1965

O Auster CR-LEA ao serviço da Força Aérea Voluntária é perdido em Angola, morrendo o piloto Manuel Leite.

In Diário de Noticias
 
28 de fevereiro de 1965

O Auster D5 com a matrícula CS-AMT cedido ao Aeroclube da Costa Verde, é perdido devido ao embate com a vertente sudeste da Serra d´Aire, perto da povoação de Pedrogão em Torres Novas.

No acidente perdem a vida o 1º cabo mecânico eletricista José Manuel dos Santos Antunes e o 1º cabo MMA Alberto Botelho de Sousa.

Registe-se que estes dois militares tinham vindo assistir ao jogo Benfica - Real Madrid, que terminou com a vitória dos encarnados por 5 a 1.

In Diário de Noticias

In Diário de Noticias
 
04 de março de 1965

Falece no mar junto à Praia do Macuti - Moçambique o 1º sargento piloto João Lage, devido a acidente, na sequência de manobras acrobáticas com o Auster matrícula FAP 3562 e número de fabrico OGMA60.

03 de janeiro de 1966

Devido a colisão com o arvoredo, cai na Fazenda Onzo em Angola, o Auster CR-LFN ao serviço da Força Aérea Voluntária.

Morre no acidente o piloto Ayres Teodoro Pereira.

Crédito Aurélio Tavares *

Crédito Aurélio Tavares *
 

18 de maio de 1966

Cai em Lourenço Marques, Moçambique,  o Auster com a matrícula FAP 3557, fabricante OGMA22, morrendo o 2º sargento piloto Henrique José dos Anjos Comiche.
 

09 de agosto 1967

Um Auster com a matrícula FAP 3549, número de fabricante OGMA46, despenha-se em Mueda - Moçambique após ter entrado em perda, provocando a morte ao 1º sargento ajudante piloto Mário Augusto Escudeiro e ao furriel MMA  António Maria Marques Quintela.

In Diário de Lisboa
 

13 de abril de 1971

Devido a colisão com o arvoredo, em Matumbo,  Angola,  é perdido o Auster com a matrícula FAP 3522, tripulado pelo piloto das Formações Aéreas Voluntárias Júlio Leitão Gomes que perde a vida no acidente.

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27 de março de 1973

É perdido na Zamba - Angola, o Auster 3534 da FAP, tripulado pelo piloto da FAV Almeida Ribeiro que morre no acidente.


* As fotos obtidas  nos territórios africanos foram retiradas da página de Facebook de Bernardes Neves - Geração FAP Sacrificada. 



 

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